A partir de 1933, começou a trabalhar-se em Molsheim, num novo modelo: o Type 57. Na altura, a fábrica e os novos projectos haviam sido entregues a Jean Bugatti já que este se encontrava em Paris a trabalhar na sua automotora. O protótipo tinha suspensão dianteira independente, mas Ettore Bugatti, não gostou da ideia e mandou colocar novamente um eixo rígido. “Um Bugatti deve ter um eixo Bugatti” terá dito. O que levou o Type 57 a ser o maior sucesso comercial da marca foram as diferentes carroçarias que a fábrica produziu.
Ostentando o número de chassis 57411 e motor número 331 e detalhado em cor creme e azul-escuro, o Bugatti T57 Stelvio de 1936 do Museu do Caramulo possui uma carroçaria Stelvio com assinatura do carroçador franco-suíço Gangloff, um dos mais conceituados fabricantes com trabalhos esculpidos em Bugatti.
Para os clientes que escolhiam os modelos Type 57, estavam disponíveis para encomenda na fábrica, quatro tipos diferentes de carroçarias: o coupé “Ventoux”, o saloon “Galibier”, a “Atalante” e o cabriolet “Stelvio”. As três primeiras eram da autoria do designer Joseph Walter mas, no caso da última, a sua maioria era fabricada por Gangloff.
Bugatti
1936
França
135 cv
8 cilindros
3257 cc
4 velocidades
1580 kg
Velocidade Max.
155 km/h
Nº de Chassis
57411
Nº do Motor
331