Apresentado em 1972, este modelo foi a resposta da Maserati aos rivais da época, com um propulsor montado na posição central traseira, mas em vez das configurações V8 habituais, utilizava o já celebre V6 concebido por Giulio Alfieri para o original e revolucionário Citroën SM.
Para o Merak, o diâmetro foi aumentado, elevando a capacidade de 2675cc para 2965cc. A marca declarava uma velocidade máxima de mais de 240 km/h.
A construção é um monocoque com uma estrutura tubular traseira acoplada, que suporta o motor e a suspensão. Já a carroçaria, desenhada por Giugiaro, é idêntica ao Bora, irmão mais velho do Merak, principalmente na zona frontal, apenas com alterações de pormenor.
No interior, nota-se a utilização de componentes Citroën, como o tablier, a instrumentação e o volante de raio único. Mais barato que o Bora, o Merak deveria, no entanto, honrar a tradição Maserati, pelo que tinha de ter o design apelativo, ser veloz, confortável, fiável e solidamente construído.
Aquando do seu início de produção, a marca não seguiu a tradição de baptizar os seus modelos com nomes de ventos. Desta vez, foi lhe dado o nome de uma estrela.
O exemplar exposto no Museu do Caramulo foi produzido em 1973.
Maserati
1973
Itália
190 cv
6 cilindros
2965 cc
5 velocidades
1350 kg
Velocidade Max.
240 km/h
Nº de Chassis
#AM122`*0414*